Oniris
Incontornavelmente, e excepcionalmente, hoje tenho que fazer uma pequena introdução e deixar uma palavra de apreço a um grupo de
Obrigado, o meu sincero obrigado. É, portanto, ao galo e à sua família que dedico este singelo soneto. Àqueles que, invariavelmente, como eu, não conseguem abandonar um sonho. Danke schön.
Lisboa, 24 de Maio de 2010
E um dia sonhei
para não mais acordar.
Embalado no sonho
do meu despertar.
Perseguindo realidades,
em convulsão de emoção;
construindo ficção
a partir de verdades.
Parti num cruzeiro onírico.
Agarrei destinos sem fim
Fui transatlântico cortando o Pacífico!
Vivendo, respirando e amando sem parar
De seda rindo, e dormindo em cetim;
acedendo no engano que é apenas sonhar.
Diogo


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