Canção da Calheta
à minha amiga, reclusa de uma alma que não cabe numa ilha
Na longínqua Atlântida
vive uma bela princesa.
De formosura cândida
e genialidade bem acesa.
Triste e só, na Calheta,
é prisioneira do seu espírito
Limitada ao seu planeta
e ao eco do seu grito.
Não chores mais, linda princesa,
Pois teu pranto é quase findo.
Alivia a dor e a tristeza
Porque de S.Jorge sairás rindo.
Não temas mais, bela Juliana.
Tua forte vontade há-de-te levar.
Onde a imaginação não ousa chegar.
E onde a loucura é quem manda.
Diogo


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